quinta-feira, 29 de agosto de 2013

I miss you.

Eu não sei o que acontece depois. Da vida, sabe? Se a gente acaba ou continua. E se continua, como é. Quero acreditar nesse segunda opção e que agora tu vai viver a maior aventura de todas. E não vai sentir nem dor, nem medo. Aquela melancolia costumeira, não vai mais existir. Tá, pode não ter cerveja e cigarro. Pode não ter. Mas, tenho certeza que um tio meu que está por aí e que se chama Eduardo, vai te ajudar. Vai ser fácil reconhecê-lo, ele tem os olhos mais azuis e o riso mais bonito. Pode parecer meio chato a princípio, mas é só impressão. Vai passar na hora que ele te cantar as músicas de Chico no violão. Violão há de existir e vocês vão achar graça, quando se derem conta que a gente que fica aqui é tão pouco, é tão bôbo. Sim, porque a vida precisa ser maior. A vida precisa ser maior que a vida, feito meu amor por tu. Tava pensando e acho que foi uma sorte danada tu ter vindo de novo e dado uma segunda chance pra gente. Ainda bem que te levei pra dançar Odara, consegui um salgadinho grátis de aniversário, te mostrei a Pequena Havana e os seus mistérios e o Recife do lado de lá, só para iniciados! Que tomam banho de mar, quando a onda quebra nas pedras. Lá, onde a gente tirou aquela foto feliz. Nada foi errado, Misson. Nada. Chorei no aeroporto quando tu foi embora, com medo de não te encontrar de novo. Mas, te encontro. Sempre. Dentro de mim. Te levo comigo. Leva um pouquinho de mim contigo também.

Boa sorte, meu amor.

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