quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A saia da moça tinha uma fita roxa.

E era coisa bonita de se ver. Ela andava apressada, puxando a filha pelo braço, sem nem se dar conta de como a fita roxa da sua saia me fazia sentir um calor contente no peito. Tudo era agora. O pensamento preso naquele exato instante. Um respiro. De alívio.

2 comentários:

Lilian Dalledone disse...

Por que a poesia está em todo lugar, até nas fitas roxas das saias das moças...
Um beijo!

Tarso Loureiro disse...

Feliz ano novo!

Que cores, sons, texturas, cheiros e sabores continuem a nos dar alento, lembrar que a vida pode ser bela!