terça-feira, 20 de novembro de 2007

Dois em um.

Ele diz que tá nervoso do lado de lá, eu fico do lado de cá. Porque tenho essa necessidade de cuidar, que não se acaba. É um compromisso assumido pra vida. De livre e espontânea vontade. E que se renova de quando em quando. Pelos motivos mais inesperados. Feito agora.

O telefone toca e meu coração acelera no mesmo ritmo. Quero saber. Queria estar lá. Das impossibilidades que me apertam o peito.

Aí, digo que não precisa se preocupar, que vai ficar tudo bem. Porque vai. Porque é preciso e merecido. E eu torço. E desejo uma felicidade tão sublime, que nem sonho pra mim mesma. Penso que nisso tenho fé. Tanta, que quase posso tocar.

Se isso não for amor, desses, de doação e entrega, não sei mais o que é.

2 comentários:

Bruno disse...

Como diria um amigo meu, se alguém já tivesse entendido o que é o Amor, ele teria escrito um dicionário. Enquanto isso não acontece, a gente fica tentando adivinhar....

Briza disse...

Ô negócio enrolado, viu?