quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ciranda, cirandinha.

O anel que tu me destes, quebrei.
Como se fosse vidro.
Os estilhaços me ferem a alma.
E eu sangro todos os dias.
A sorte é que o amor que tu me tinhas, guardei.
Como se fosse ouro.
As lembranças me iluminam a alma.
E eu amanheço todos os dias.

Nessa ciranda, você dança comigo.
A minha mão na sua, a sua vida na minha.
E é um carrossel de gente
marcando o ritmo com o pé esquerdo.
É pra esse lado que a roda gira,
o mesmo lado que o coração tiquetaqueia.

2 comentários:

Paula Festino disse...

Qto tempo eu não passava por aqui...e claro que tive uma surpresa boa! esse texto...é tão forte, mas ao mesmo tempo doce!Adorei!!!

Briza disse...

eita.
bom que tu gostou.
=)